sua pequena ausência para pensar como haveria de contruir a porta principal e sua respectiva chave, bastou para que o mar chegasse. e com ele, o vento. tão poderosos quando aliados, que varreram, num piscar de olhos, todo o sentimento, dedicação e sobretudo todo o amor que a criança tinha esculpido.
e foi ao deparar-se com aquela visao que a triste inocente criança, indignada, questionou o porquê de ter dado tanto dela por algo tão insignificante. por algo que sabia que iria acabar de um momento para o outro, sem mais nem menos.
como se não bastasse, caiu-lhe ainda uma e apenas uma gota de água do rosto, que sufocou e derrubou as ruínas de seu esforçoso castelo, como quem põe um ponto final numa frase.
questionou-se também se teria valido a pena. ao que apareci eu, sem saber bem como, e sem hesitar, respondi: vale sempre a pena, nem que seja pela experiência que vás adquirindo...











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I See The World Through You
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a rush, a push and the land is ours
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